7 dicas para mães de primeira viagem que podem salvar a sua vida

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A chegada de um bebê é sempre um momento muito aguardado, mas, quando se trata do primeiro filho, também pode gerar alguma insegurança. Isso é completamente normal, porém algumas dicas para mães de primeira viagem podem ajudar a diminuir a ansiedade.

Nesse sentido, é importante que a futura mamãe se informe um pouco a respeito do parto e dos primeiros meses com o bebê em casa para não ficar perdida nos cuidados com o filho. Apesar de poder parecer um pouco assustador, não há nada a temer, afinal, com a quantidade de informação que existe hoje em dia, você poderá se sentir bastante amparada.

Para ajudar você a passar por esse processo com mais tranquilidade, criamos este artigo com 7 dicas para mães de primeira viagem. Acompanhe!

1. Escolha bem o seu obstetra

Seu obstetra vai acompanhar você durante toda a gravidez e, mais importante ainda, na hora do parto. Por isso, é importante confiar nele e se sentir bem durante as consultas. Peça indicações a amigas e familiares e entenda qual é a linha que o profissional adota.

Se você sonha em ter parto normal, não se acanhe de perguntar a ele quantos partos normais e quantas cesarianas ele fez no último ano. Isso vai dar um bom indício de quais são as tendências do profissional.

Além das qualificações técnicas, é fundamental que exista uma boa química entre vocês e que ele a faça se sentir acolhida. Isso porque o período da gravidez gera muitas dúvidas e as futuras mães podem se sentir mais vulneráveis, então esse apoio emocional é essencial.

2. Visite maternidades

Outro ponto importante é decidir onde você vai ter seu bebê. Visite mais de uma maternidade, entenda se o bebê fica com a mãe no quarto ou no berçário, veja onde fica o berçário, verifique como funciona o esquema de visitas e analise se as condições gerais são do seu agrado.

Aqui vale também conversar com outras mães e entender quais foram os pontos positivos e os negativos que elas notaram a respeito do local. Alguns aspectos importantes: cheque se a maternidade conta com plantonistas e se tem UTI adulto e neonatal. Ouça também a opinião do seu obstetra, afinal, se tem alguém que conhece as maternidades é ele.

Veja ainda quanto tempo leva para ir da sua casa até a maternidade e, se possível, faça esse percurso algumas vezes, usando diferentes caminhos.

3. Faça um plano de parto

O parto é o momento mais aguardado de todo esse processo. É quando seu bebê vem ao mundo, e você vai finalmente poder ver o rostinho dele. Existem diversos tipos de parto e muitas possibilidades. Por isso, é interessante fazer um plano de parto, em comum acordo com seu médico, é claro.

Assim, comece definindo se você vai tentar um parto normal ou se vai optar por cesariana. No caso dos partos normais, pense se vai ou não querer anestesia. Outra decisão importante é se vai ter uma doula. Decida se você quer um acompanhante — um direito que é garantido por lei — e quem será.

4. Descanse antes do parto

As últimas semanas antes do parto costumam ser cansativas, já que você vai estar mais pesada no fim da gravidez. Muitas mulheres deixam para tirar a licença-maternidade só quando o bebê nasce para ficar mais tempo com ele.

No entanto, leve em consideração que, se você já está cansada no fim da gravidez, não terá muito tempo para descansar depois que o bebê estiver por aqui demandando sua atenção constantemente. Por isso, considere sair um pouco antes (nem que seja uma semana), descansar, dormir e poupar um pouco de energia.

5. Faça uma reserva financeira

Ter filho não é barato, por isso faça uma reserva financeira para alguns gastos, como as vacinas. O sistema público de saúde fornece todas as vacinas obrigatórias, mas o pediatra pode pedir algumas adicionais que não fazem parte desse rol, e elas podem ser bastante caras.

Além disso, os gastos com o bebê podem ser um pouco maiores do que você imaginou. Além de roupinhas e fraldas, você pode precisar comprar medicamentos, fórmula e outros itens.

6. Deixe que o pai faça o trabalho dele

Embora isso tenha mudado bastante nas últimas décadas, ainda existe um certo pensamento dominante de que bebês são responsabilidade da mãe quando, na verdade, são de quem os gerou, ou seja, da mãe e do pai. Assim sendo, envolva-o no assunto desde o começo da gravidez e, depois do nascimento, deixe que ele faça parte dos cuidados, dando banho, colocando para dormir e dividindo os trabalhos domésticos.

Além de aliviar o seu trabalho e tornar sua vida menos cansativa, isso não é nada mais do que o dever dele também, afinal, filho não se faz sozinho, não é mesmo? Por fim, ainda vai ser ótimo para vocês, uma vez que compartilhar as tarefas gera cumplicidade e une os casais.

7. Informe-se sobre a amamentação

A amamentação pode não ser tão fácil quanto parece, e isso varia imensamente de mulher para mulher. Por isso, é fundamental saber o que esperar e conhecer algumas técnicas que podem facilitar o processo.

Em primeiro lugar, saiba que o leite não desce imediatamente. O primeiro leite que sai é o colostro, um líquido rico em anticorpos e leucócitos, que protege contra infecções e alergias e previne contra uma série de doenças. Em até três dias, o leite deve começar a descer.

Se isso não ocorrer ou se você sentir que a produção de leite não está se estabelecendo, é recomendável procurar ajuda especializada, que vai ver se a pega está correta e se existe algo mais que esteja prejudicando o processo. Em tese, toda mulher pode amamentar, mas é preciso compreender que, por diversos fatores, muitas podem ter dificuldade de produzir leite.

Com essas dicas para mães de primeira viagem, você pode se preparar para a chegada do seu bebê com muito mais tranquilidade. Lembre-se de que você é humana, não uma super-heroína. Por isso, peça e aceite ajuda e evite sentimentos de culpa quando se sentir triste, cansada ou irritada, porque, por mais que você ame seu filho, esses momentos são inevitáveis.

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