5 dicas para desamamentar o bebê com tranquilidade e sem traumas

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Você acha que chegou a hora de desamamentar o bebê? Mas, afinal, qual o momento certo para isso? Na prática, a recomendação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde é que o aleitamento materno seja exclusivo até os seis meses de idade e que se estenda até os dois anos de idade, com alimentação complementar.

No entanto, depois dos seis meses, a hora certa de encerrar a amamentação é você quem vai determinar, dependendo das suas condições. Existem casos em que a própria criança naturalmente vai deixando de pedir o peito, mas sabemos que não é sempre que isso acontece. Então, como colocar em prática, sem gerar estresse para ambos?

Para ajudar você nesse momento especial, criamos este artigo com 5 dicas. Acompanhe!

1. Reduza as mamadas

Você pode começar o processo de desmame reduzindo as mamadas. O ideal é partir do desmame noturno, ou seja, reduzindo ou eliminando as vezes em que dá de mamar durante a madrugada. Durante o dia, tente reduzir tanto o número quanto a duração das mamadas.

Dessa maneira você promove um desmame gradual e gera menos estresse para o bebé. Para que isso funcione bem, seu filho precisa já estar com uma boa alimentação, de forma que o leite materno não faça falta nutricionalmente.

2. Cuide da sua mente

Se você está insegura ou sofrendo para fazer o desmame, o bebê vai sentir isso e o processo será mais difícil para ambos. Por isso, cuide da sua mente e tenha tranquilidade ao lidar com a questão. Uma mãe tranquila e feliz passa esse sentimento para a criança e torna tudo muito mais fácil.

3. Converse com seu filho

Se o seu filho já for maiorzinho e estiver perto dos dois anos ou mais, converse com ele sobre o desmame. Explique que o peito é o alimento dos bebês e que agora que ele já é grande pode comer comida de verdade, igual a você. Torne o momento da alimentação algo prazeroso e divertido.

É muito provável que, mesmo após o “combinado”, ele volte a pedir o peito. Lembre-o gentilmente do que vocês conversaram. Se ele chorar ou se estressar, procure distraí-lo. Uma boa ideia é sentar no chão e brincar com seu filho. Dessa forma, ele vai sentir que tem a sua atenção e tende a esquecer o peito.

4. Saiba a hora de ceder

Assim como em outras situações, como o desfralde, também pode haver momentos em que é preciso recuar. Se o seu filho estiver ficando muito estressado com a desamamentação, pode ser o caso de parar um pouco e tentar novamente um pouco mais à frente. Lembre-se de que estamos falando de um desmame gentil, ou seja, a ideia é que seja um processo o mais tranquilo possível tanto para a mãe quanto para o bebê.

Ainda assim, antes de desistir, tente identificar o motivo do estresse e do choro. Se o que seu filho quer é a conexão com a mãe, procure outras formas de manter esse vínculo. Mais uma vez, brincar e demonstrar que ele tem toda a sua atenção é uma boa forma de demonstrar essa atenção.

5. Peça ajuda

É sempre bom lembrar que as mães não precisam ser super-heroínas solitárias. Conte com a sua rede de apoio nos momentos difíceis, seja ela o pai da criança, sua família, amigos ou grupos de mães. Compartilhe seus medos e angústias e ouça a experiência de outras mães.

Deixar o bebê com os avós para passar um final de semana fora, pode ser uma ótima desculpa para o desmame. Leve a bombinha e tire leite durante a viagem para não correr o risco das mamas encherem muito e gerar uma mastite.

Por fim, lembre-se de que desamamentar o bebê não significa diminuir a ligação com ele. Esse é um processo natural, pelo qual toda mãe vai passar em algum momento. Para saber a hora certa de fazer isso, vale muito mais a sua intuição do que qualquer regra de bolso que possamos fornecer.

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